Negrume
Desolação...
Deserto...
Solidão...
Será que estas palavras servem para definifir o atual estado deste blog, ou tambem destes que aqui escrevem?
Acredito que não. Que as meninas que compareciam aqui com belissimos textos só cansaram da brincadeira. Atentas a seus afazeres, suas vidas, suas esperanças e sonhos, deixaram este espaço diminuto pelo grande espaço da vida.
Preferem escrever suas historias veridicas com as mesmas lagrimas e sorrisos com que escreveram aqui, porem com fins mais palpaveis que o simples olhar de um ente distante.
De minha parte, estou sim desiludido, desertico, solitário.
Se demoro a escrever é porque o banzo cotidiano me impede, a ineficacia de meus neurônios se acentua a cada dia, perpetrando a falta de otimismo que me é peculiar.
Minha poesia continua encravada no mais fundo, mais recondito lugar do coração, porem não existe mais ninguem capaz de retirar os entulhos que sobre ele se acumulam.
Talvez se mais forte, menos apegado a essa vida mediocre eu fosse, faria bem em sair da vida e continuar na obscuridão. Mas nem para isso tenho forças.
Nesses dias negros, em que só escrevo textos negros, pesa sobre este pobre blog as sombras que perspassam a alma deste escrevinhador. Por isso peço: Meninas, dêem luz a este recanto, glorifiquem a vida, já que este que vos escreve deixou para trás os dias de textos menineiros...
Deserto...
Solidão...
Será que estas palavras servem para definifir o atual estado deste blog, ou tambem destes que aqui escrevem?
Acredito que não. Que as meninas que compareciam aqui com belissimos textos só cansaram da brincadeira. Atentas a seus afazeres, suas vidas, suas esperanças e sonhos, deixaram este espaço diminuto pelo grande espaço da vida.
Preferem escrever suas historias veridicas com as mesmas lagrimas e sorrisos com que escreveram aqui, porem com fins mais palpaveis que o simples olhar de um ente distante.
De minha parte, estou sim desiludido, desertico, solitário.
Se demoro a escrever é porque o banzo cotidiano me impede, a ineficacia de meus neurônios se acentua a cada dia, perpetrando a falta de otimismo que me é peculiar.
Minha poesia continua encravada no mais fundo, mais recondito lugar do coração, porem não existe mais ninguem capaz de retirar os entulhos que sobre ele se acumulam.
Talvez se mais forte, menos apegado a essa vida mediocre eu fosse, faria bem em sair da vida e continuar na obscuridão. Mas nem para isso tenho forças.
Nesses dias negros, em que só escrevo textos negros, pesa sobre este pobre blog as sombras que perspassam a alma deste escrevinhador. Por isso peço: Meninas, dêem luz a este recanto, glorifiquem a vida, já que este que vos escreve deixou para trás os dias de textos menineiros...




