Reticência II
Como uma batida surda do meu coração que se ouve à distância, quando sento num canto com as mãos no rosto e deixo as lágrimas virem numa torrente insana, porque os gritos há muito deixaram de conseguir mostrar a dor que se mistura com o cimento do tempo que me sufoca a respiração...
Como uma batida surda do meu coração que se ouve à distância, quando sento num canto com as mãos no rosto e deixo as lágrimas virem numa torrente insana, porque os gritos há muito deixaram de conseguir mostrar a dor que se mistura com o cimento do tempo que me sufoca a respiração...




