EU!!!
Quando eu criei o céu e a terra, vi que o esse mundinho era simplesmente muita areia pro meu caminhãozinho. Precisa partilhar dessas belezas com mais alguem.
Ai criei o homem, um ser a minha imagem e semelhança, porem com alguns defeitos, já que de perfeito bastava EU.
Mesmo assim algo ainda faltava, descobri que somente um homem para compartilhar a terra inteira seria muito desperdicio. Criei a mulher para que eles crescessem e multiplicassem, ai eu teria muitos mais admiradores da minha obra-prima.
Com o passar dos milênios, vi e ajudei muita coisa a acontecer. O nascimento da agricultura, Grécia e o pensamento filosófico, Roma e a era das conquistas. Mas ainda eram as minhas criaturas e o meu mundo.
Ai percebi que deixei escapar, no momento que criei Adão e Eva, um detalhe que me pareceu sem importância. Eu havia criado o amor, um sentimento pequenininho, quase sem valor. Ledo engano (porque até EU me engano).
Na minha onipotência deixei de lado esse sentimento, afinal não era mais do que um sentimento entre tantos outros, e o ódio era um dos que mais me preocupava. Assim, minhas criaturas foram se apaixonando e relacionando bem debaixo de minhas vistas (que tudo alcançam) sem que EU desse importancia para isso.
Mas ai, um belo dia depois de muitos milhões de anos, me deparo com o dinheiro! Minhas criaturas já me deixam sem cerimônia e adoravam esse deus apócrifo e destruidor!!!
Minha ira deveria ser fulminante!!
Ao olhar pela última vez para a minha mais bela criação, minha obra-prima, antes da completa destruição deste mundo infâme, encontro um apaixonado que sofre pela separação da amada. Sua dor é tão intensa que até os céus, minha própria criação, une as dele as suas lágrimas.
Uma de minhas criaturas sofre tão sinceramente que mesmo EU começo a sofrer. Se dentre todas as criaturas uma ainda se despoja de tudo por outra, minha labuta não foi em vão. Não criei essas belezas por nada.
Aquele que sofria por uma mulher que não mais sua seria, mas que mesmo assim dela não esquecia, salvou o mundo e suas maravilhas, mesmo sem saber.
E ME fez ver que o amor foi, essa sim, a minha mais sublime criação.
Ai criei o homem, um ser a minha imagem e semelhança, porem com alguns defeitos, já que de perfeito bastava EU.
Mesmo assim algo ainda faltava, descobri que somente um homem para compartilhar a terra inteira seria muito desperdicio. Criei a mulher para que eles crescessem e multiplicassem, ai eu teria muitos mais admiradores da minha obra-prima.
Com o passar dos milênios, vi e ajudei muita coisa a acontecer. O nascimento da agricultura, Grécia e o pensamento filosófico, Roma e a era das conquistas. Mas ainda eram as minhas criaturas e o meu mundo.
Ai percebi que deixei escapar, no momento que criei Adão e Eva, um detalhe que me pareceu sem importância. Eu havia criado o amor, um sentimento pequenininho, quase sem valor. Ledo engano (porque até EU me engano).
Na minha onipotência deixei de lado esse sentimento, afinal não era mais do que um sentimento entre tantos outros, e o ódio era um dos que mais me preocupava. Assim, minhas criaturas foram se apaixonando e relacionando bem debaixo de minhas vistas (que tudo alcançam) sem que EU desse importancia para isso.
Mas ai, um belo dia depois de muitos milhões de anos, me deparo com o dinheiro! Minhas criaturas já me deixam sem cerimônia e adoravam esse deus apócrifo e destruidor!!!
Minha ira deveria ser fulminante!!
Ao olhar pela última vez para a minha mais bela criação, minha obra-prima, antes da completa destruição deste mundo infâme, encontro um apaixonado que sofre pela separação da amada. Sua dor é tão intensa que até os céus, minha própria criação, une as dele as suas lágrimas.
Uma de minhas criaturas sofre tão sinceramente que mesmo EU começo a sofrer. Se dentre todas as criaturas uma ainda se despoja de tudo por outra, minha labuta não foi em vão. Não criei essas belezas por nada.
Aquele que sofria por uma mulher que não mais sua seria, mas que mesmo assim dela não esquecia, salvou o mundo e suas maravilhas, mesmo sem saber.
E ME fez ver que o amor foi, essa sim, a minha mais sublime criação.




